O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) concedeu 743 mil benefícios de janeiro a setembro de 2026, com média mensal 70% maior que em 2022, segundo dados apresentados pelo órgão.
Em 2022, a média era de 438 mil benefícios por mês. Além disso, o tempo médio de espera por decisão caiu para 24 dias em setembro de 2026, redução de 40% desde maio e o menor índice do ano.
Os números oficiais foram divulgados na 330ª reunião ordinária do Conselho Nacional de Previdência Social (CNPS), na presença do ministro da Previdência Social, Wolney Queiroz, e do diretor de Benefícios do INSS, Leonardo Bittencourt. A apresentação oficial destacou a ampliação da capacidade de análise e melhoria dos fluxos digitais. Veja mais informações!
Como evoluiu o tempo de espera das concessões do INSS em 2026?
O tempo médio de espera para decisão sobre benefícios em setembro de 2026 foi de 24 dias, representando queda de 40% em comparação aos 50 dias registrados em maio.
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Entrar no canal do siteNos benefícios assistenciais, o tempo médio ficou em 42 dias, abaixo do prazo legal e muito inferior ao índice do início do ano, que superava 100 dias. O diretor Leonardo Bittencourt atribui o êxito à dedicação das equipes e à adoção de medidas estruturais e permanentes para análise de requerimentos.
Segundo o diretor do Instituto, o aumento da capacidade de análise tem permitido ao Instituto finalizar um número de requerimentos superior ao volume de novos pedidos, preservando a qualidade das decisões.
Redução estrutural da fila de análise no INSS
Segundo o diretor do Instituto, o aumento da capacidade de análise tem permitido ao Instituto finalizar um número de requerimentos superior ao volume de novos pedidos, preservando a qualidade das decisões, ajudando a manter a fila mais curta e agilizando o acesso dos segurados aos benefícios.
O melhor resultado acontece pelo esforço coletivo e por mudanças permanentes na análise, segundo Bittencourt. O índice alcançado neste ano é considerado o melhor já registrado, incluindo períodos desde janeiro de 2023.
Benefício protetivo da Lei Maria da Penha: novidades e critérios

O novo Benefício Protetivo de Afastamento — Lei Maria da Penha, que concede suporte financeiro às mulheres vítimas de violência doméstica obrigadas a se afastar do trabalho por decisão judicial, foi apresentado pela presidente substituta, Ana Cristina Evangelista. Segundo dados oficiais, desde 13 de outubro foram apresentadas 2.711 solicitações do benefício.
Para receber, é preciso:
- Não é exigida carência, mas é necessário manter a qualidade de segurada;
- O afastamento depende de ordem judicial.
Uma das novidades é a possibilidade de cobrar do próprio agressor os valores pagos pelo benefício, caso haja condenação. Segundo a diretora Ana Cristina Evangelista, a medida busca garantir maior segurança financeira às mulheres durante o período de afastamento do trabalho, dando condições para que reorganizem a vida e rompam o ciclo de violência.
A individualização do benefício também permite acompanhar com mais precisão as políticas públicas e identificar o perfil das vítimas.
Meu INSS: serviços, acessibilidade e avaliação dos usuários
Durante a reunião, a coordenadora de Serviços Digitais e Inovação, Mayara Schneider, apresentou dados sobre o Meu INSS, principal canal digital de atendimento do Instituto.
O Meu INSS concentra mais de 100 serviços digitais pelo site e aplicativo móvel. Os dados de setembro de 2026 apontam que 86% dos acessos são via smartphone, indicando domínio da plataforma móvel entre os cidadãos.
A plataforma dispõe de recursos de acessibilidade e recebe avaliação de 4,8 nas lojas de aplicativos. Entre os serviços: solicitação de benefícios, emissão de documentos, atualização de dados, cumprimento de exigências e acompanhamento de solicitações.
Para mais informações sobre benefícios, regras, serviços e atualizações sobre o INSS, acesse outras notícias no Assistencialismo Notícias.
Aproveite e assista ao vídeo abaixo para conferir como usar o Meu INSS:















