A Carteira de Identidade Nacional (CIN) já pode ser emitida em todo o Brasil, e quem deseja fazer o novo RG precisa reunir a documentação correta antes de comparecer ao posto de atendimento. A mudança no documento de identificação traz o CPF como número único, válido em todo território nacional, e promete acabar com fraudes relacionadas a múltiplos registros estaduais.
A procura pelo novo documento cresceu 60% em 2025, totalizando quase 20 milhões de carteiras emitidas até outubro. A primeira via é gratuita, mas quem deixar para depois pode enfrentar filas maiores e até custos extras. G.
Quais documentos são obrigatórios para tirar o novo RG
A documentação exigida varia conforme o estado civil do solicitante. Todos os papéis precisam estar legíveis, sem rasuras ou danos que comprometam a leitura.
Documentos por estado civil
Solteiros: Certidão de nascimento original, cópia autenticada ou versão digital emitida por cartório.
Casados, divorciados ou viúvos: Certidão de casamento atualizada com averbação do estado civil.
Brasileiros naturalizados: Certificado de naturalização original ou cópia autenticada.
Nascidos no exterior (filhos de brasileiros): Certidão de nascimento com registro consular ou certidão de opção de nacionalidade.
Outros itens que podem ser solicitados
Além da certidão civil, alguns estados pedem comprovante de residência atualizado. O CPF precisa estar regularizado junto à Receita Federal. Vale conferir as exigências específicas no site do órgão emissor da sua região.
Como tirar o novo RG para menores de idade
Crianças e adolescentes podem emitir a CIN normalmente, desde que tenham CPF válido. Se o menor ainda não possuir cadastro, o próprio Instituto de Identificação faz a inscrição junto à Receita Federal durante o atendimento.
Menores de 16 anos precisam comparecer acompanhados de um dos pais ou responsável legal. Caso o responsável não possa estar presente, será necessário apresentar autorização por escrito com firma reconhecida e cópia do documento de identificação do autorizante.

Quais informações podem ser incluídas na nova carteira de identidade
O novo documento permite adicionar dados complementares que facilitam o dia a dia. Essas informações ficam disponíveis tanto na versão física quanto na versão digital no aplicativo Gov.br.
Entre os dados opcionais estão:
- Número da CNH, categoria e validade
- Título de Eleitor e Carteira de Trabalho
- Cartão Nacional de Saúde e Certificado Militar
- Tipo sanguíneo e fator Rh (mediante exame laboratorial)
- Símbolos de deficiência auditiva, visual, física, intelectual ou TEA (com laudo médico)
- Nome social (sem necessidade de alteração no registro civil)
Qual a validade do novo RG
O prazo de validade da CIN depende da idade do titular:
| Faixa etária | Validade |
|---|---|
| 0 a 11 anos | 5 anos |
| 12 a 59 anos | 10 anos |
| 60 anos ou mais | Indeterminada |
Para crianças, a renovação periódica mantém a biometria atualizada e garante acesso a serviços públicos como educação e saúde.
Como agendar a emissão do novo RG
O agendamento pode ser feito pelo site do órgão emissor do seu estado ou pelo portal Gov.br. Em São Paulo, o atendimento é realizado pelo Poupatempo. No Rio de Janeiro, pelo Detran-RJ. Cada estado possui seu próprio sistema.
Passo a passo para emitir a CIN
- Acesse o site do Instituto de Identificação do seu estado
- Faça o agendamento online
- Reúna os documentos originais e cópias
- Compareça ao posto na data marcada
- Realize a coleta biométrica (foto e digitais)
- Acompanhe o status pelo site ou aplicativo
- Retire o documento físico ou acesse a versão digital pelo Gov.br
O prazo médio de entrega varia de 7 a 22 dias úteis, dependendo da região.
Quanto custa para tirar o novo RG
A primeira via da CIN é gratuita em todo o Brasil. Já para segunda via, em casos de perda, roubo ou dano, podem ser cobradas taxas que variam por estado. Em São Paulo, por exemplo, o valor é de R$ 55,53. Pessoas em situação de vulnerabilidade podem ter isenção.
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Considerações finais sobre o novo RG
A transição para a Carteira de Identidade Nacional representa uma modernização significativa no sistema de identificação brasileiro. Com o CPF unificado, QR Code e versão digital, o documento oferece mais segurança e praticidade para os cidadãos.
Quem ainda não fez a troca tem tempo até 2032, mas antecipar a emissão evita filas e imprevistos. O processo é simples, gratuito na primeira via e pode ser acompanhado pelo celular.

















